Finanças Pessoais, como obter orientação correta

Desde o último sábado estou sendo abençoada pelo  Senhor com importantes esclarecimentos sobre como lidar com as finanças de acordo com o plano de Deus para seus filhos. Avaliei que ao longo do tempo cometi muitos erros também nessa área, como em outras, sobretudo por que insisti  em fazer as coisas ao meu modo ou ao modo do mundo que não tem compromisso com os valores eternos de Deus, mas com os prazeres imediatos e o materialismo.

Admito que agora poderia estar vivendo de modo muito mais tranquilo, com paz e felicidade se tivesse conhecido o que a Palavra do Senhor tem para os seus, Palavra esta que não é pesada como julgamos quando estamos  de fora. O Jugo é leve, pesada é a vida sem os cuidados de nosso Deus, que insistimos como filhos rebeldes, em não obedecer. Quem não sabe que o filho obediente aos pais é mais feliz que o rebelde?? Quantas vezes  fomos orientados por nossos pais e resistimos àquela orientação, para depois ter o desgosto de ter que aguentar duras consequencias? Assim somos com o nosso Deus….

Mas desde que eu aceitei a Jesus como meu Salvador e Senhor, todas as coisas de minha vida estão passando por um maravilhoso reajustamento, e entre elas, as questões financeiras, sendo revisadas à luz do novo entendimento. Sei que por  consequencia dos inúmeros erros e equívocos passados, os problemas podem não ser resolvidos num passe de mágica (mas é claro que se o Senhor achar que deve resolvê-los da noite para o dia, também pode acontecer, pois Deus não tem limite para  as Suas Obras). 

Entretanto sinto que Ele quer que eu faça a minha parte, seguindo o seu ensinamento que é perfeito e precioso. Rogo à Ele confiança e boa vontade para colocar em prática e ir mudando tudo que não agrada à Ele, também no campo das finanças.  

Quero compartilhar com vocês esta benção porque sei que quase todos atravessam este tipo de dificuldade com as finanças….e as dificuldades com o dinheiro nos afastam de Deus, ocupados que estamos em correr atrás do dinheiro e pagar contas decorrentes de insaciáveis desejos ou por simples consumismo e  materialismo desta socidade nossa que vive seu caos. Quem vive atolado em dívidas,vive um ciclo vicioso,  não tem paz, está sempre ao limite do stress e não consegue pensar em Deus, orar, louvar, adorar, nada. Vive no desespero das dívidas. E isso é uma maldição, não é uma benção.

Gostaria de dizer-lhes que existe caminho e solução. Espero que estas palavras possam ser uma semente bem plantada que lhes darão os grandiosos frutos da paz, equilibrio, harmonia e segurança que advêm de quando aprendemos a confiar no Senhor. Peço que orem por mim para que eu consiga viver tudo que o Senhor deseja para mim, de acordo com o seu Plano. Também orarei por vocês.

Com amor

Rita
Abaixo segue o artigo sobre as finanças, aguardo seus comentários. Espero que lhes seja útil como está sendo para mim.

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QUANDO O DINHEIRO NÃO DÁ!

Marcelo Lima Pinto

No mundo globalizado em que vivemos, em que as mais diversas situações invadem nossos lares como se fossem avalanches, é realmente difícil conseguir evitar os acidentes de percurso que afetam diretamente nossas famílias. Rolam sobre nós, de forma mais agressiva no momento, a falta de estabilidade no emprego e os aumentos abusivos nos preços.

São tantos os problemas que encontramos em nosso dia-a-dia! Há situações que, se pudéssemos, se dependesse de nós faríamos de tudo para evitá-las. Porém, como vemos no Salmo 23: "O Senhor e o meu Pastor e nada me faltará". Esse nada, é nada mesmo! Não faltarão dificuldades financeiras, desempregos, etc. Por outro lado, também não nos falta a presença de Jesus, que prometeu que estaria conosco até o final dos tempos: "E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos" (Mt 28.20b). E esse Jesus que está sempre conosco, nunca prometeu que nos pouparia de dificuldades. Ele nos avisou e nos deixou palavras de ânimo: "Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo!" (João 16.33).

Hoje em dia é muito comum ouvir pessoas reclamando, dizendo que o dinheiro está "curto", que não sabem como irão acertar as contas ao final do mês; que tudo aumentou menos o salário, etc…

Se formos fazer uma breve avaliação de nossa crise financeira atual podemos dizer que há duas fontes, as externas e as internas.

A fonte externa pode ser apontada como situações que não dependem da pessoa, como política financeira do país, despensa repentina do emprego, condições injustas de remuneração, desonestidades e injustiças sociais, etc.

Pessoas que tinham uma vida financeira estabilizada, de repente perdem seus empregos em multinacionais; cargos são extintos, empresas são absorvidas por concorrentes, a duplicidade de funções também é facilmente resolvida (muitas vezes injustamente) com a despensa do corpo de trabalho da empresa comprada. Como seria bom se dinheiro não fosse problema para nenhum de nós brasileiros, como acontece em alguns países europeus e do primeiro mundo!

Em vista disso, olhamos para nosso país, para a marcante má distribuição de renda, recentemente assumida em público e verbalizada pelo próprio Presidente do Banco Central, Armínio Fraga (abril de 2002).

Como se sobrevive com um salário mínimo? (quem conseguir isso deveria ser empossado ministro das finanças do Brasil). Com certeza, com muitas dificuldades! Nós, que escrevemos e que lemos os artigos desta revista, também reclamamos de nossas situações específicas. Porém, quando olhamos ao redor acabamos vendo coisas que fazem nossa reclamação sem procedência. Você, como eu, está empregado (a)? Precisamos reconhecer a grandeza de Deus e agradecê-lo pelo emprego e pelo salário de cada mês. Neste momento, ao escrever estas palavras estou pensando em qual será a porcentagem dos empregados e dos desempregados que estarão lendo esta revista. Não há como saber. Mesmo que façamos uma pesquisa, nem todos vão respondê-la e o resultado será mascarado. Mas… Deus sabe. Ele conhece a vida de cada pessoa que tomou esta revista nas mãos e investiu parte de seu tempo para lê-la. E, se você pertence ao grande exército dos desempregados, não desista. Lembre-se que há um Deus no controle.

Seguindo a seqüência do raciocínio, as fontes internas, também culpadas da crise financeira no lar, em minha opinião, são várias, mas entre elas gostaria de destacar: a facilidade oferecida para fazermos compras, incluindo pagamentos que se perdem de vista, através de cartões de crédito, cheques especiais e até mesmo financiamentos. Deixe-me justificar essa afirmação antes que você pare de ler este artigo aqui mesmo. Não sou contra este tipo de benefício, mas sim contra a maneira com que a maioria das pessoas o utiliza. Um exemplo recente que pude verificar dias atrás, foi quando passando por um posto de gasolina, lá estava um enorme banner com os dizeres: "Abasteça hoje e pague com cheque para 100 dias"! Não dá nem para imaginar, como uma pessoa pode administrar uma situação dessas! Daqui a 100 dias, quantas vezes ela já terá abastecido seu veículo? A mesma coisa acontece com os supermercados: "Faça suas compras e pague daqui a 40 dias com o cartão. Só que, até o dia do vencimento, provavelmente, várias outras compras serão realizadas por você e cada vez mais empurradas para frente, endividando seus meses futuros. Outra situação interna PERIGOSA são as compras compulsivas, onde nem ao menos é avaliado se o objeto adquirido é realmente necessário, se há como assumir mais aquele compromisso e, se não existem outras prioridades. Se deixarmos, as dívidas vão se tornando uma bola de neve. Se não utilizarmos o bom senso seremos facilmente manipulados pela mídia e seus apelos. Existem até pessoas que se utilizam daquela velha frase "Deus proverá" e em cima disso vão se afundando cada vez mais em dívidas sufocantes. Eu também creio que temos um Deus provedor, mas Ele é justo, equilibrado. Precisamos fazer a nossa parte e agir coerentemente com a fé que professamos de forma prática.

Mas… o que seria isso?

Primeiramente, os empregados devem ser gratos a Deus pelo emprego e pelo salário. Não acho honesto fazer como algumas pessoas que ao receber o hollerith o apelidam de "miserith", entre outras coisas que ouvimos. E as pessoas que tem renda menor do que a nossa, como irão chamá-lo? No mínimo estaremos insultando aos menos favorecidos que nós.

A segunda coisa que eu diria é: peça sabedoria de Deus (Ele dá a todo que lhe pedir – Tiago 1.5) para administrar aquilo que Ele tem providenciado para você.

Procure adotar alguns princípios básicos como: ter um orçamento mensal das despesas do mês incluindo, na medida do possível, uma reserva para projetos futuros e até mesmo imprevistos.

Evite ao máximo fazer dívidas em longo prazo, se possível utilize as reservas para fazer compras à vista (se for prioridade), sabendo distinguir entre desejo e necessidade.

Procure pensar duas ou mais vezes antes de fazer suas compras. Uma forma que tenho adotado é a de dizer: "gostei muito, mas deixa para a próxima vez". Com isto, se realmente aquela compra for de meu interesse eu acabo voltando. Mas vou dizer a verdade… dificilmente volto. Sinal de que não era tão importante e que pude sobreviver sem fazer aquela aquisição que, inicialmente, parecia irresistível. A psicologia do Marketing é muito eficaz. Você se lembra daquele elogio direcionado às propagandas, que se tornou um clássico nos meios publicitários? – Quando se queria dizer que tal propaganda era extremamente boa, dizia-se que induzidos por ela podia-se vender até geladeiras para esquimós! Pois é… Há pessoas tão inteligentes, tão sóbrias em outras áreas mas que acabam "caindo" como patos nas armadilhas "boladas" exatamente para esse fim.

Precisamos nos lembrar de outra implicação, no que se refere a sermos bons despenseiros de nossas posses, e tem a ver com o fato que existem pessoas observando nossa conduta de cristãos. Não é um bom testemunho termos o nome envolvido em listas de devedores e sermos chamados de caloteiros. Há pessoas que se afundam tanto em dívidas que chegam até a ficar com depressão. Parece lugar comum, mas o bom nome é um bem precioso para o pobre e, principalmente, para os cristãos. Creio que todos nós conhecemos pessoas que não possuem tantos bens, mas honram aquilo que assumem. Por outro lado, há outros que têm muitas posses, mas não levam a sério seus compromissos. Esse tipo de atitude inconseqüente pode provocar processos em cadeia, que chega a atingir proporções incalculáveis de prejuízos aos que dependiam do dinheiro que receberiam, daquele que não pagou o outro e assim sucessivamente.

Creio que, entre as orações do povo de Deus, uma frase deveria estar sempre presente: "Senhor, livra-nos das dívidas e de todo mal que dela advir". Uma vida simples, com nossas necessidades básicas supridas, e com o coração firmado na Rocha, pode nos poupar de angústias incontáveis como aqueles das pessoas que chegam ao ponto de dar um tiro na cabeça quando negócios (que para eles eram sinônimo de vida) desmoronam.

Seja qual for a crise que você estiver passando tenha sempre em mente que Deus está no controle. Nosso desejo de dar bom testemunho, também nessa área é honrado por Deus. Não cremos no Evangelho da Prosperidade, bom seria se fosse como eles apregoam – só coisas boas acontecendo aos filhos de Deus!

Que ao passarmos por dificuldades financeiras, possamos nos lembrar que nosso Deus é dono de tudo e pode abrir e fechar as portas certas em nosso caminho.

Marcelo Lima Pinto – É formado em Administração de Empresas, trabalha como gerente administrativo na Sociedade Religiosa Lar Cristão. É casado com Fernanda e pai de Gabriel e Rafaela.

Mais esclarecimentos:http://www.financasparaavida.com.br/

www.finkmania.com.br

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