Rei saudita perdoa vítima de estupro condenada a chibatadas e prisão

 

Rei saudita perdoa vítima de estupro condenada a chibatadas e prisão

Seg, 17 Dez, 06h16

DUBAI (AFP) – O rei Abdullah, da Arábia Saudita, decidiu indultar uma jovem vítima de estupro coletivo que havia sido condenada a seis meses de prisão e a 200 chicotadas, colocando um ponto final em um assunto incômodo para o reino, que provocou a indignação do Ocidente.

A informação foi publicada pelo jornal saudita Al-Jazeera e não houve confirmação oficial do perdão, que teria acontecido por ocasião da peregrinação anual à Meca, data especial para os muçulmanos.

No entanto, não há dúvidas de que a informação é correta, já que nenhum jornal seria permitido publicar algo assim referente ao rei, principalmente sobre um assunto tão delicado, sem a aprovação das autoridades competentes.

Além disso, sem confirmar o perdão, o ministro da Justiça, Abddulah Al-Sheikh, declarou ao mesmo jornal que o rei tinha "direito de anular as decisões judiciais que considere oportunas se for pelo bem geral".

A sentença contra a jovem de 19 anos motivou muitas críticas internacionais, desde organizações de defesa dos direitos humanos até a Casa Branca.

A mulher, que não teve a identidade revelada, foi violentada por sete homens. Ela foi condenada, em outubro de 2006, a 90 chicotadas por ter sido encontrada em um automóvel na companhia de um "desconhecido".

A Arábia Saudita, que tem em seu território os principais locais sagrados do Islã, é regida pelos princípios do wahhabismo, uma interpretação muito rígida da religião e da lei islâmica, a sharia, que impõe, entre outras coisas, a separação total dos sexos.

Assim, uma mulher não tem o direito de estar acompanhada por um homem que não seja um parente próximo, como o avô, pai, tio, marido, filho ou irmão.

Os agressores da jovem, que a estupraram depois que a encontraram dentro de um carro com um homem que não pertencia a este círculo restrito, foram condenados a penas de entre um e cinco anos de prisão.

Um ano depois do julgamento, no dia 14 de novembro, a condenação da vítima foi revisada e a jovem passou a ser sentenciada a 200 chicotadas e a seis meses de prisão.

O tribunal também elevou as penas dos criminosos, que variam entre dois e nove anos de prisão.

Além das críticas de várias organizações, o presidente americano George W. Bush declarou no início do mês que estava irritado por ver como um país não ficava do lado da vítima de um estupro.

A polêmica causada por esse assunto prejudicou claramente a reputação do país. Um funcionário saudita, que não quis ser identificado, considerou que o veredicto do tribunal provocou grandes divisões no país e, inclusive, os especialistas em sharia estavam em desacordo. 

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Amigos, uma inevitável reflexão matinal

Já conheci muitas pessoas que,alegando ter um conceito e atitudes liberais e que dizem buscar não ser preconceituosas, assumem a atitude de defender esse tipo de valor procedente dos  países muçulmanos, mesmo os de carater fundamentalista, como sendo "algo da cultura deles"….Já escutei isso por várias ocasiões.

 Mas, como se sentiria essa mesma pessoa se, tendo sofrido a violencia de ter sido estuprada por 7 homens, e ainda assim, em lugar de apoio, fosse ao cárcere e condenada a 200 chibatas? Creio que todo corpo sofre e sente violência igual, ou  será que  uns sentem dor e sofrimento e outros não?

Essa é a realidade dos países que desconhecem os valores da cultura cristã, para quem termos como amor, compaixão, perdão não tem o mínimo significado. Realidade dos não conhecem, e portanto não esperam, amor de um Deus de amor.

 Não estou dizendo que vivamos nas maravilhas, mas há pelo menos esse referencial como uma meta a alcançar ou pelo menos, estamos de alguma forma a confrontar-nos o quanto perto ou longe estamos dela. Por isso vemos queixas e lamentos gerais quando ocorre alguma situação triste, ainda que seja em uma cidade ou lugar distante. Sentimos e sofremos e é bom que soframos, que jamais  esfriemos os nossos corações da compaixão que aprendemos por termos nascido em um país de cultura judaico-cristã.

 Estamos em período de festas, claro! Celebremos o nascimento de Jesus Cristo. Feliz Natal a todos que estão recebendo Jesus em seus corações e compreendendo o significado de sua vinda.

 Lindas festas de muito amor com Jesus, este ano e sempre. Convido a todos na noite de natal, fazermos uma  breve oração em prol daqueles que ainda não foram alcançados pelo espírito de misericórdia do Principe da Paz.

Abraços,
Rita.

 

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