O GUARDADOR DE REBANHOS/ XXI- Se eu pudesse de Alberto Caieiro

Alberto Caeiro   XXI – Se Eu Pudesse    

     Se eu pudesse trincar a terra toda 
     E sentir-lhe uma paladar,
     Seria mais feliz um momento … 
     Mas eu nem sempre quero ser feliz. 
     É preciso ser de vez em quando infeliz 
     Para se poder ser natural…

     Nem tudo é dias de sol,
     E a chuva, quando falta muito, pede-se.
     Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
     Naturalmente, como quem não estranha
     Que haja montanhas e planícies
     E que haja rochedos e erva …

     O que é preciso é ser-se natural e calmo
     Na felicidade ou na infelicidade,
     Sentir como quem olha,
     Pensar como quem anda,
     E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
     E que o poente é belo e é bela a noite que fica…
     Assim é e assim seja …

 

A mis queridos amigos dedico mi  poesía fundamental, que la aprendi a recitar cuando tenía 17 años de edad, por que expresaba mi manera de entender y sentir la vida. Desde  entonces la sigo revisando y sigue exprimiendo lo que yo misma quisiera ser capaz de escribir, su acaso fuese poeta. Mas no lo soy. Mis mal trazadas líneas están a  años-luz  de Caieiro, una de las identidades homonimas del mayor poeta de la lengua portuguesa, Fernando Pessoa.

Para conocer mas poesías de la obra El guardador de rebaños,

http://www.jornaldepoesia.jor.br/alberrr.html

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