Vagando divagando

Há dias em que sinto a sensação difusa, porém contínua, de estar boiando nas vagas silenciosas de um mundo que ninguém conhece, somente eu mesma. Esse meu interior que não pode ser percebido, envolto em bruma e solidão. O meu corpo permanece atuando, pesado, um torpor, lentidão, sem poder acordar totalmente. E assim eu sigo, realizando as tarefas sempre urgentes. Uma parte segue como em um sonho acordado, a aparência de uma plena vigília.

 Por que somos assim? Mundos e mundos que se encontram e desencontram? Ou será que nem todos somos assim? Desisto imeditamente dessa pergunta, ingênua e impossível de ser respondida. Jamais compreenderei oceanos. Nem sequer os meus, como ousaria pensar no dos outros? Sorrio ante a ilusão que tive e que parece que todos nós alimentamos: a de conhecer alguém. Por mais que desejemos!  Mais que a tudo! Não, não há chave para  abrir a porta da alma. O jeito é prosseguir, a vida é assim mesmo.

 

ENTRETANTO,

Refletindo na Palavra do Senhor, compreendo que somente Ele conhece os nossos corações, como se lê  em Jeremias 17:9-10

 

9

Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?

10

Eu, o SENHOR, esquadrinho o coração e provo os rins; e isto para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações.

 

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Acerca de gaivotanoazul

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